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domingo, 14 de outubro de 2012

Os Diamantes


 
Russell H. Corwell conta uma história interessante.

Havia certa vez, nas proximidades do rio Indo, um persa chamado Ali Hafed.

Possuía uma vasta fazenda com jardins, plantações de trigo, animais domésticos e tudo o mais. Tinha dinheiro aplicado.

Era, em suma, um homem rico e satisfeito.

Um dia visitou-o um monge e, após o jantar, começou a contar-lhe como este mundo é feito.

Entre outras coisas, falou-lhe de diamantes.

Disse-lhe que um diamante é a luz do sol congelada e que, se ele possuísse um diamante do tamanho de seu dedo polegar, poderia comprar o condado e, se possuísse uma mina de diamantes, poderia instalar seus filhos nos tronos do mundo.

Ali Hafed ouviu tudo isso e foi para a cama como um homem pobre.

Não tinha perdido nada, mas tornara-se pobre porque se tornara insatisfeito.

No dia seguinte, procurou o monge e perguntou-lhe onde poderia encontrar diamantes.

- Bem - respondeu o monge - se puder encontrar um rio correndo sobre areia branca, lá encontrará diamantes.

Ali Hafed vendeu sua fazenda, juntou todo o dinheiro que pôde, entregou a família aos cuidados de um vizinho e partiu à procura de diamantes.

Percorreu países do Oriente e do Ocidente, parando em todos os rios que corriam sobra areia branca.

Mas, nunca encontrou nenhum diamante.

Um dia, com a roupa em farrapos, infeliz, esfomeado, desesperado, jogou-se ao mar numa costa de Portugal, para nunca mais reaparecer.

O homem que comprara a fazenda de Ali Hafed, cavando um dia num dos córregos da fazenda, notou um curioso raio de luz, apanhou a pedra que emitia a luz e colocou-a sobre uma mesa em sua casa, sem a menor consideração.

Certo tempo depois, visitou-o aquele monge e, vendo a pedra, gritou: - Diamante! Ali Hafed voltou?

- Não - respondeu o fazendeiro - e isso não é diamante. É uma pedra que encontrei lá no jardim.

- Mas eu reconheço um verdadeiro diamante!

Era mesmo diamante.

Mais do que isso: lá, foi descoberta a maior mina de diamantes de todos os tempos, a Golconda.

Se Ali Hafed tivesse ficado em casa cavando seu próprio jardim. . .

 

Moral da Historia


Quantos de nós ainda não percebemos o potencial que existe debaixo de nossos pés.

Se você é uma daquelas pessoas que duvida de sua capacidade, aproveita esta pequena história para refletir, afinal, você é a primeira pessoa que precisa acreditar em si, assim, automaticamente as pessoas ao seu redor passam a creditar em você.

É claro que existem muitas razões para ter medo de tentar, outras razões para falhar, muitas para desistir.Mas derrotado não é o que tenta e falha e sim aquele que nunca tentou.


 
 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A Rifa do Burro‏



Certa vez três meninos, Amador, Edir e Gilmar foram ao campo e, por 100 reais, compraram o burro de um velho camponês.

O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte.

Mas quando eles voltaram para levar o burro, o camponês lhes disse:


- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.

- Então devolva-nos o dinheiro!

- Não posso, já o gastei todo.

- Então, de qualquer forma, queremos o burro.

- E para que o querem? O que vão fazer com ele?

- Nós vamos rifá-lo.

- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?

- Obviamente não vamos dizer a ninguém que ele está morto.

Um mês depois, o camponês se encontrou novamente com os três garotos e lhes perguntou:

- E então, o que aconteceu com o burro?

- Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a 2 reais cada um e arrecadamos 1.000 reais.

- E ninguém se queixou?

- Só o ganhador. Porém lhe devolvemos os 2 reais e ficou tudo resolvido.


MORAL DA HISTORIA:

- Você pode parecer que perdeu, mas uma boa ideia reveste toda situação.

- Estratégia Financeira é tudo para que não está a fim de perder.

- A oportunidade favorece amente preparada (Louis Pasteur)

 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

ATENÇÃO – O Resto é Desculpa

 

 

Uma empresa estava em situação difícil, as vendas iam mal, os trabalhadores e colaboradores estavam desmotivados, os balanços há meses não saiam do vermelho. Era preciso fazer algo para reverter o caos. Ninguém queria assumir nada. Pelo contrario, o pessoal apenas reclamava que as coisas andavam ruins e que não havia perspectivas de progresso na empresa. Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um enorme cartaz que dizia: “Faleceu ontem a pessoa que impedia o crescimento de nossa empresa. Você está convidado a participar do velório na quadra de esportes”. No início, todos curiosos para saber quem estava bloqueando o crescimento da empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande que foi preciso chamar a segurança para organizar uma fila indiana. Conforme iam se aproximando do caixão a excitação aumentava. “Quem será que estava atrapalhando o progresso?” Ainda bem que esse infeliz morreu!!!

Um a um, os funcionários agitados aproximavam-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam a seco, ficando em absoluto silêncio como se tevessem sido atingidos no fundo da alma. Pois bem, certamente você adivinhou que no visor do caixão havia um espelho.

Considerações:
 
1.Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: você mesmo;
 
2.Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida;
 
3.Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesma;
 
4.Não tente achar culpados pelas suas falhas;
 
5.E é dentro do seu coração que você vai encontrar a energia para ser o artista de sua criação;
 
6.O resto é desculpa.